sentimentos, compras e viagens

Desistir, deixar ir.

by

freedom

Algumas coisas, pessoas, momentos, sentimentos … tem o dom de nos prender. E eu sou daquele tipo de pessoa que ama se prender ao passado, tenho um apego assumido com tudo de bom que vivi.

Romantizo situações, idealizo momentos parecidos e sofro, sofro muuuuuuuuuuuuuito por não poder voltar pra reviver tudo de novo. A Thalita 25 anos está criando uma consciência muito forte disso, e acredito que esse seja o primeiro passo pra mudança. Não porque essas coisas não são realmente importantes, elas foram, mas justamente isso F O R A M, já era, já foi, deixa pra lá. Tem uma série de coisas maravilhosas que estou prestes a viver e vamos nos focar nelas, focar em ser melhor pra elas. Eu não sei do futuro, hoje em dia tenho o Cícero, um companheiro maravilhoso, que me permite ser o que sou, não porque aceita todos meus pessoas do passado, mas porque aconselha e realmente torce pro meu bem, mesmo que talvez esse bem não fosse com ele, ele tem uma inteligencia emocional de se admirar. Ele me apoia e ta lá sempre pra ouvir meu muro das lamentações do passado, mas sempre me alertando. Eu acho que acabei viciando em me sentir triste, acabei gostando de chorar por quem não se importa, de sofrer por quem tá la vivendo de boa suas vidas. E eu nem culpo essas pessoas, fatos e momentos … eu me culpo, mas uma culpa leve, que entende que faz parte de ser humano, sofrer , levantar, errar, errar, errar e errar de novo. Eu amo o erro, eu amo fazer o que to afim de fazer, amo não medir as consequências, se eu estiver com saudade seeja lá de quem for: eu ligo. Não tenho vergonha do que sinto, nem tento controlar. Acredito que se estou sentindo é por algum motivo, não posso simplesmente sufocar o que sinto. Eu tenho que aprender a não sentir falta, aprender que tem coisas que não valem a pena as minhas lágrimas, não vale a pena o meu tempo, meus pensamentos e é nisso que quero trabalhar. E quem sabe eu falhe mais uma vez, desista, e não consiga. Paciência, é o que sou. Não da pra me crucificar , é aprender ou me acostumar. É ser mais forte e deixar pra lá OU ser mais forte e aceitar ser “fraca”.

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